• Promoção da Saúde

  • Cuidados e Prevenção em Diabetes
  • 21 de agosto de 2017
  • Diabetes é uma epidemia mundial e um grande desafio para os sistemas de saúde. O envelhecimento da população, a urbanização e a adoção de estilos de vida pouco saudáveis como sedentarismo, dieta inadequada e obesidade são os grandes responsáveis pelo aumento da incidência e prevalência do diabetes em todo mundo. Sua característica principal é a hiperglicemia (aumento de açúcar no sangue), mas doença é responsável por complicações de vários órgãos, especialmente olhos, rins, nervos, cérebro, e vasos sanguíneos.

    Pode resultar de defeitos na liberação ou na ação da insulina (hormônio responsável pela retirada do açúcar que passa de nossa alimentação para o nosso sangue), por diversos motivos. Cerca de 50% da população com diabetes não sabe que são portadoras da doença, algumas vezes permanecendo não diagnosticados até que se manifestem sinais de complicações. Por isso, testes de rastreamento são indicados em indivíduos que apresentem maior risco da doença. Fatores indicativos de maior risco são listados a seguir:

     

    Idade superior a 45 anos;

    • Sobrepeso;
    • Obesidade central (cintura acima de 102 cm para homens e 88 cm para mulheres);
    • Antecedente familiar;
    • Hipertensão Arterial;
    • Colesterol e Triglicerídeos alterados;
    • Diabetes gestacional;
    • Síndrome de ovários policísticos;
    • Doenças cardiovasculares, cerebrovascular ou vascular periférica.

     

    Quais as maiores Complicações?

    O quadro do diabético pode se agravar, e normalmente é nesse momento que o paciente percebe que tem a doença. 

    O Diabetes, quando não tratado, pode ocasionar ou agravar algumas doenças e condições:

    Doenças Cardiovasculares: Angina, Infarto, Isquemia Cerebral;

    Retinopatia Diabética: Cegueira;

    Nefropatia Diabética: Complicação na função dos rins;

    Neuropatia Diabética: Perda da sensibilidade de membros sensação de queimação, choques, agulhadas, formigamentos, dor, câimbras, fraqueza ou alteração de percepção da temperatura;

    Pé Diabético: Úlceras e feridas, que podem levar a amputação.

     

    E o que fazer?

    É importante se prevenir, mesmo que não haja fatores de risco, pois a doença pode estar presente de maneira silenciosa. Mudanças de estilo de vida, ainda que pequenas, podem prevenir ou retardar o aparecimento da doença. E as dicas são simples:

    Alimente-se bem – Uma alimentação nutritiva e variada com horários regulares, composta sempre por vegetais frescos, fibras, evitando frituras e gorduras, pode contribuir positivamente para a sua saúde e disposição no dia a dia.

    Conheça seus alimentos – Descubra a qualidade daquilo que você come. Hoje, os alimentos trazem em suas embalagens a informação nutricional. Com isso, você pode evitar aqueles que contem carboidratos e açucares em excesso, optando por alimentos menos prejudiciais.

    Pratique exercícios físicos – A atividade física reduz a pressão arterial, melhora a glicemia e ajuda no controle de peso. Além disso, melhoram a qualidade de vida e o bem estar.

    Converse com profissionais – Busque orientação sempre que tiver dúvidas ou sentir que o seu corpo se comporta de maneira diferente.

     

    Conheça seu corpo, e cuide-se bem!

  • Leia Mais
  • Promoção da Saúde

  • Automedicação
  • 21 de agosto de 2017
  • Fenômeno bastante discutido entre os profissionais da área de saúde, a automedicação é um tema preocupante no Brasil. A automedicação é um procedimento de iniciativa de uma pessoa doente, ou de seu responsável, em obter, produzir ou utilizar um produto o qual a pessoa acredita que terá alivio dos sistemas ou benefício no tratamento de uma doença. Qual pessoa nunca tomou um medicamento porque o vizinho disse que faria bem?
    Apesar de saber que é perigoso, muitas pessoas são adeptas à automedicação, por questão de economia. Elas economizam em consultas médicas acreditando que, dessa forma, podem se tratar ou simplesmente mascarar os sintomas, o que contrariamente poderá agravar doenças, ocasionando efeitos colaterais ou, em casos mais graves, causar a morte.
    Existem também pessoas que utilizam as sobras dos medicamentos de um tratamento anterior, acreditando que o mesmo faça efeito sobre qualquer doença adquirida. Esse tipo de atitude é perigoso e pode agravar ainda mais o diagnóstico.
    Os principais exemplos de automedicação podem ser:
    Laxantes - usado com frequência pode levar a alterações intestinais. Se a pessoa estiver constipada (intestino preso) pode ocorrer perfuração do intestino. Nos idosos ocorre o desequilíbrio eletrolítico e em pessoas com tumor intestinal, não diagnosticado, a doença pode se agravar.
    Antibióticos – a pessoa desenvolve resistência ao antibiótico, além de poder errar a dosagem e fazer o tratamento errado, se usado sem prescrição médica.
    Antiácido – muito usado para dor de estômago, pode ser sintoma de úlcera, tumor, pancreatite e até infarto. Seu uso indiscriminado retarda o diagnóstico, comprometendo o tratamento e agravando a doença.
    Aspirina – conhecida como a droga previne infarto, só pode ser consumida com indicação médica porque possui efeitos colaterais importantes, como dor de estômago e hemorragias, podendo ser fatal em caso de dengue.
    Colírios – sem indicação médica só deve ser usado o soro fisiológico, pois colírios contêm corticoides e antibióticos.
    Por isso é importante que você procure seu médico ou profissional da saúde, para orientá-lo sobre o uso de qualquer medicação.


    Iara Schmitt Pratavieira 
    Farmacêutica

    Gustavo Schmitt Pratavieira
    Farmacêutico Cosmetólogo

  • Leia Mais
  • Medicina do Trabalho

  • 22 Anos Promovendo a Saúde Física e Metal das Pessoas que Trabalham
  • 21 de agosto de 2017
  • Referência em Medicina no Trabalho, a Bemviver Clínica de Saúde de Saúde no Trabalho atuou na região serrana desde 15 de maio de 1995. Tem como Missão “promover a saúde física e emocional das pessoas que trabalham desenvolvendo o compromisso com a vida e com a sustentabilidade”.

    Buscando constantemente uma perfeita gestão da informação, a coleta de dados é realizada por uma equipe especializada, criativa e voltada ao estudo de melhorias no atendimento aos seus clientes. A Clínica é gerida pela médica do trabalho Carla Maffei Lodi, especializada em Medicina do Trabalho, Medicina Preventiva, MBA em Gestão Empresarial e formanda em Pericia Médica. A estrutura organizacional da Bemviver é composta por profissionais de diversas áreas, entre elas: Audiologia Ocupacional, Clínica Geral, Contabilidade, Comunicação, Enfermagem do Trabalho, Fonoaudiologia, Medicina do Trabalho, Psicologia, Pericia Médica, Radiologia e Segurança do Trabalho.

    “A Bemviver possui um histórico de comprometimento com seus clientes, público interno e parceira que, se revelam pelo principio de considerar o ser humano digno e merecedor de uma atenção especializada. Na prática, o atendimento nas empresas promove uma consciência de detalhes que fazem parte essencial de um ser saudável”, relata a Dra. Carla.

    Segundo afirmação da Diretora da Clínica, o grande diferencial oferecido aos seus clientes “ é um genuíno interesse em solucionar necessidades que surgem promovendo a ideia de planejamento e prevenção. O foco é no cliente, para ouvi-lo e atendê-lo de maneira simples e especializada. Não temos pacotes prontos de ações, entendemos que nosso grande diferencial é enxergar e saber lidar com o que pode acontecer em cada situação que diga respeito à Saúde Ocupacional, desde a admissão, os periódicos completos, o exame demissional detalhado e com esta “história”, se necessário, o acompanhamento pericial de reclamatórias a despeito de ações preventivas”.

    Preocupação em ter históricos completos e organizados, de forma a atender as exigências da legislação, criação de palestras e treinamentos diferenciados e individualizados, customização do tempo, conforto e segurança do cliente com o deslocamento da Unidade Clínica Móvel, são apenas alguns dos serviços diferenciados que a Bemviver oferece.

  • Leia Mais